On 6/13/07, Davi <davividal@...> wrote:
> Em Quarta 13 Junho 2007 17:20, Raphael MD escreveu:
> [...]
> > e tentar deixar no make.conf so umas 8 flags, e o resto
> > deixar no portage.use e ver no que da! pelo que tem na net e documentação
> > parece ser a melhor coisa
> >
>
>
> Não exatamente... =)
>
> Teu make.conf pode ter 300 flags ou nenhuma... Depende da tua necessidade...
> No meu notebook, eu tenho, no make.conf, só 4 flags: -kde -qt -gnome -gtk, o
> resto vai no package.use...
>
> Num servidor, eu deixei quase todas as flags no make.conf... E o package.use
> não tem quase nada...
>
> Talvez eu esteja fazendo errado, verdade. Mas, ao meu ver, tudo vai da tua
> necessidade.
>
> []s
>
> --
> Davi Vidal
> davividal@...
> davividal@...
> --
> "Religion, ideology, resources, land,
> spite, love or "just because"...
> No matter how pathetic the reason,
> it's enough to start a war. "
> --------------------------------------------------------
> Por favor não faça top-posting, coloque a sua resposta abaixo desta linha.
> Please don't do top-posting, put your reply below the following line.
> --------------------------------------------------------
>
>
É, o make.conf tem uma vantagem e uma desvantagem quanto às USE flags:
Pró: Com uma USE você configura todo o sistema para compilar com ela.
Con: Com uma USE você configura todo o sistema para compilar com ela.
:-)
Nessas horas que eu considero o package.use uma das maiores mãos na
roda do Portage (apesar que acho a configurabilidade do Paludis
melhor, pelo menos em teoria).
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ja ne
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