Sim, estamos falando de dd sim. ;)
PS: tenho experiências do que citei, nos dois exemplos.
Att,
Raphael Bastos
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Bastos Service Manutenção Industrial Ltda.
www.bastosservice.com.br
Linux Reg. User: 388431 // LPI ID: LPI000214711
email:~> $ echo "vgepqnqikcBdcuvquugtxkeg0eqo0dt" | perl -pe \
's/(.)/chr(ord($1)-2)/ge'
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Em 5 de agosto de 2011 12:48, Daniel da Veiga
<danieldaveiga@...> escreveu:
> 2011/8/5 Raphael Bastos <tecnologia@...>
>>
>> Na verdade não há problema nenhum em cópia de discos com tamanhos
>> diferentes, bastando após a cópia tu redimensionar a partição via
>> gparted, ou até mesmo o partition magic do windão.
>> Ex 1:
>> cenário: disco origem de 20GB e destino de 30GB
>> resultado após usar o dd: 10GB livres no disco destino.
>>
>> Ex 2:
>> cenário: disco origem de 30GB e destino de 20GB
>> resultado após usar o dd: se na origem tiver 15GB livres, o disco
>> destino terá seus 15GB preenchidos, e 15GB livres.
>>
>
> Mas aí não estamos falando de dd certo?
>
> Estou teorizando aqui, mas numa cópia bit a bit o tamanho das partições vai
> junto com o resto, e além disso, a cópia não sabe o quanto está preenchido
> (ou se é uma partição, ou se está particionado, nada...) e vai simplesmente
> copiando, até dar erro de falta de espaço em disco. Quando isso acontecer,
> se o sistema de arquivos estiver fragmentado, pode ocorrer perda de dados e
> eu imagino que a partição se tornaria inútil (pois ela não termina em um
> setor do disco disponível)...
>
> Posso estar errado (nunca testei isso na prática, exatamente pq imaginei que
> o que descrevi acima aconteceria).
>
> --
> Daniel da Veiga
>
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