<div class="gmail_quote">Em 8 de dezembro de 2011 13:24, Thiago Nunes <span dir="ltr"><<a href="mailto:thiagonunesrs@...">thiagonunesrs@...</a>></span> escreveu:<br><blockquote class="gmail_quote" style="margin:0 0 0 .8ex;border-left:1px #ccc solid;padding-left:1ex;">
Em 7 de dezembro de 2011 21:01, Raphael Bastos<br>
<<a href="mailto:tecnologia@...">tecnologia@...</a>> escreveu:<br>
<div class="im"><br>
> Se fosse desnecessário, na geração do stage3 via catalyst a ordem de<br>
> compilação poderia ser invertida....<br>
><br>
>>>> Emerging (128 of 140) sys-libs/glibc-2.13-r4<br>
>>>> Installing (128 of 140) sys-libs/glibc-2.13-r4<br>
>>>> Emerging (129 of 140) sys-devel/gcc-4.5.3-r1<br>
>>>> Installing (129 of 140) sys-devel/gcc-4.5.3-r1<br>
<br>
</div>Raphael,<br>
<br>
Desde que eu tenho instalado o meu gentoo, que é desde Julho de 2005,<br>
eu só passei por uma situação em que foi indispensável e recompilação<br>
de todo o sistema por causa de um upgrade, que foi do gcc 3 para o 4.<br>
Até a atualização do 3.3 para o 3.4 tinha como fazer sem recompilar<br>
todo sistema, apesar de recompilação ser o recomendado. Desde que eu<br>
estou com a 4.1 (atualizei do 3.4 para o 4.1) eu venho atualizando o<br>
sistema apenas seguindos os procedimentos padrões, emerge world,<br>
revdep-rebuild, emerge --depclean. É claro que atualizações do gcc e<br>
do glibc costumam mais inconsistências que o comum para o<br>
revdep-rebuild arrumar, mas ainda bem lonje do impacto de um emerge -e<br>
world.<br>
<br>
Quanto ao exemplo do catalyst, se eu entendi o que queres dizer, é que<br>
se tem que compilar a glibc antes do gcc é porque o gcc depende do<br>
glibc, o que é verdade. Então se precisamos recompilar o sistema<br>
quando atualizamos o gcc, quando atualizamos a glibc precisamos<br>
recompilar o gcc e, consequentemente, o sistema inteiro. É isso que tu<br>
queres dizer? Se é isso então tu queres dizer que sempre que<br>
atualizamos um pacotes precisamos recompilar todas as dependências<br>
dele?<br>
<br>
Bom, em qualquer caso eu recomendo a esclarecedora leitura dessa parte<br>
do "Gentoo GCC Upgrade Guide":<br>
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/gcc-upgrading.xml#explanation" target="_blank">http://www.gentoo.org/doc/en/gcc-upgrading.xml#explanation</a><br>
<br>
[]s<br>
<span class="HOEnZb"><font color="#888888"><br>
--<br>
thiago<br>
<br>
</font></span></blockquote></div><br><br>Thiago,<br><br>O que quis dizer é que a glibc em todas as situações em que for atualizada é recomendado recompilação de tudo q dependa dela, diretamente ou não. Ao gerar o stage1, temos a glibc pre-compilada, proporcionando compilação perfeita do GCC. Dessa forma geramos os stages 1,2,3 e 4 sem necessidade de se recompilar a glibc antes do GCC.<br>
O que quis dizer é que sim, é recomendável atualizar o gcc e tudo q dependa da glibc a cada vez q ela é recompilada, da mesma forma q é necessário recompilar os drivers (input e video por ex) do servidor gráfico após recompilação do xorg-server, dispensando a compilação do kde e outros por ex.<br>
<br>Resumindo, atualizou a glibc? recompile tudo q dependa dela... atualizou o xorg-server? recompile todos os drivers q dependem dele... e por aí vai.<br>Recompilar TUDO (emerge -e world) eu não acho tão trivial assim... mas o emerge -e system acho fundamental quando se atualiza "coisas de peso". rs<br>
<br>abração,<br>Raphael Bastos<br>
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