Em 7 de dezembro de 2011 21:01, Raphael Bastos
<tecnologia@...> escreveu:
> Se fosse desnecessário, na geração do stage3 via catalyst a ordem de
> compilação poderia ser invertida....
>
>>>> Emerging (128 of 140) sys-libs/glibc-2.13-r4
>>>> Installing (128 of 140) sys-libs/glibc-2.13-r4
>>>> Emerging (129 of 140) sys-devel/gcc-4.5.3-r1
>>>> Installing (129 of 140) sys-devel/gcc-4.5.3-r1
Raphael,
Desde que eu tenho instalado o meu gentoo, que é desde Julho de 2005,
eu só passei por uma situação em que foi indispensável e recompilação
de todo o sistema por causa de um upgrade, que foi do gcc 3 para o 4.
Até a atualização do 3.3 para o 3.4 tinha como fazer sem recompilar
todo sistema, apesar de recompilação ser o recomendado. Desde que eu
estou com a 4.1 (atualizei do 3.4 para o 4.1) eu venho atualizando o
sistema apenas seguindos os procedimentos padrões, emerge world,
revdep-rebuild, emerge --depclean. É claro que atualizações do gcc e
do glibc costumam mais inconsistências que o comum para o
revdep-rebuild arrumar, mas ainda bem lonje do impacto de um emerge -e
world.
Quanto ao exemplo do catalyst, se eu entendi o que queres dizer, é que
se tem que compilar a glibc antes do gcc é porque o gcc depende do
glibc, o que é verdade. Então se precisamos recompilar o sistema
quando atualizamos o gcc, quando atualizamos a glibc precisamos
recompilar o gcc e, consequentemente, o sistema inteiro. É isso que tu
queres dizer? Se é isso então tu queres dizer que sempre que
atualizamos um pacotes precisamos recompilar todas as dependências
dele?
Bom, em qualquer caso eu recomendo a esclarecedora leitura dessa parte
do "Gentoo GCC Upgrade Guide":
http://www.gentoo.org/doc/en/gcc-upgrading.xml#explanation
[]s
--
thiago
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