Pessoalmente, tentativas de update automatizado só me deram dor de
cabeça, se o versionamento não te obrigar (necessidade de uma versão
específica de um serviço) não aconselho.
Verifique periodicamente as GLSAs e seja feliz. Um server não
vulnerável é um bom server. Kernel só se tiver uma vulnerabilidade,
ou, novamente, se se fizer necessário pelo versionamento dos serviços.
Genkernel é para desktops de gente que nem sabe o que é um kernel (ou
precisa invariavelmente de um initramfs, o que é desnecessário em um
server virtualizado.
Se for necessário última versão, nada melhor que uma VM para testar
(rodar server sem VM hoje é ridículo, contraprodutivo e amador),
configura a VM, tudo certo, down na antiga, up na nova, 99,9% de
uptime do serviço. Virtualização hoje não é mais um luxo, é uma
necessidade! Mesmo que só se rode uma VM, fica escalável, fácil de
configurar, dar update e contornar problemas (interfaces de rede com
VLANs, versionamento, atualização automática de cluster ou VMs
remotas).
2012/5/28 Alexandre Riveira <alexandre@...>:
> Boa noite pessoal !
>
> Gostaria da opinião dos colegas. Existem alguns colegas que utilizam outras
> distros (redhat especialmente) que agendam no contrab a atualização do
> servidor.
> O que vocês acham disso, , não sei se é uma boa prática ou não. No nosso
> caso de gentoo ser rolling release seria conveniente também ? Se sim,
> imagino que seria imprenscindível um revdep-rebuild após a atualização.
>
> Por último como os colegas gerenciam o kernel ? Rodam manualmente um
> genkernel manualmente em cada servidor ? Ou criam um binário do kernel e
> saem apenas atualizando ?
>
>
> Abraço a todos,
>
>
> Alexandre Riveira
>
--
Daniel da Veiga
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